estou pegando trauma de banheiros masculinos. hoje (25/11/08) na física fui mijar num box (não sei qual meu critério de decisão. por vezes vou ao box e outras ao mictório)
no caso, estava lá eu, no momento de prazer por liberar espaço interno (o jabor pode chamar "momento solitário de triste reflexão") quando olho para o lado, esperando ver uns escritos completamente idiotas na parede do banheiro (são tão completamente idiotas, que me fazem passar mal só de pensar na vida que essas pessoas levam), quando de repente, vejo uma cabeça com cabelos escuros. ele estava olhando para mim por cima da parede do box. realmente acho que acontece mais coisas dentro de um box de banheiro do que uma mente ocupada e ingênua poderia imaginar.
gostaria de saber quais são os livros que vocês acham mais legais. vocês poderiam postar me informando?
acho que seria bom começar citando os que eu acho mais legais. série de "guia do mochileiro das galáxias", "musashi" (livro, não mangá), "amor é prosa, sexo é poesia" do arnaldo jabor (ou alguma variante da ordem do título), "guia de sobrevivência a zumbis", crônicas de clarice linspector, obras de carlos drummond, "castelo de vidro", "deve ser brincadeira, sr feymman", uma das mais novas biografias do einstein (realmente não lembro o nome, perdão), biografia ou histórias de buda.
obs: estranhamente estou começando a gostar das sortes do orkut. ele fala coisas sensatas finalmente.
Sorte de hoje: A pontualidade é a virtude dos entediados (mas se você for a uma entrevista de emprego, não se atrase)
23 novembro, 2008
17 novembro, 2008
informativo completamente egocêntrico:
estou meio carente/deprimido/cansado/triste.
bem, eu engulo meu orgulho e peço que quem estiver a fim, me felicite (no caso torne feliz).
ah sim, uma coisa que eu queria perguntar, alguem tem uma idéia de qual seja o sentido da vida? ah, podeis responder porque vocês vivem. muitas teorias gerais sobre coisas foram criadas ou apeferiçoadas por casos particulares.
obs: ser lobo solitário é teu tio empinando mobilete (copyrights Poru); não tenho mais vontade de ser um lobo solitário. eu quero ser um lobo solitário pois sinto saudades de pessoas e sou carente realmente. mas sinto isso pois eu já fui um lobo solitário sem motivos pra ter amizades reais. viva num colégio de manos e gentinhas cûlls e verás que 4 anos é um bocadito quando cada dia passa feito uma batata numa maratona.
estou meio carente/deprimido/cansado/triste.
bem, eu engulo meu orgulho e peço que quem estiver a fim, me felicite (no caso torne feliz).
ah sim, uma coisa que eu queria perguntar, alguem tem uma idéia de qual seja o sentido da vida? ah, podeis responder porque vocês vivem. muitas teorias gerais sobre coisas foram criadas ou apeferiçoadas por casos particulares.
obs: ser lobo solitário é teu tio empinando mobilete (copyrights Poru); não tenho mais vontade de ser um lobo solitário. eu quero ser um lobo solitário pois sinto saudades de pessoas e sou carente realmente. mas sinto isso pois eu já fui um lobo solitário sem motivos pra ter amizades reais. viva num colégio de manos e gentinhas cûlls e verás que 4 anos é um bocadito quando cada dia passa feito uma batata numa maratona.
09 novembro, 2008
basicamente tava lá eu lendo "mochileiro das galáxias" quando umas lembranças voltam a tona sem querer. eu me lembrei de uma época em que estava apaixonado. até que era gostoso, porque eu tinha de ficar no hospital cuidando de um parente, então umas muitas vezes eu tinha nada pra fazer. e uma das melhores coisas a se fazer quando não se tem nada a fazer realmente (nem mesmo pensar na vida) é estar apaixonado. você fica meio idiota e começa a olhar pra vida de um jeito meio bizarro e gostosim.
então lá ficava eu pensando na muchacha e ouvindo música enquanto alguem num outro quarto tinha uma hemorragia, ou uma parada cardíaca. as enfermeiras correndo era pra mim como gente correndo no campo pra abraçarem seus amados.
tinha até flores no hospital para parecer que tava todo mundo apaixonado, e que portanto o mundo tinha uma razão de ser, e essa razão era uma pessoa aleatória pra cada um, e então, porque será que as pessoas faziam guerras e etc. eu poderia ter caído num vórtice de pensamentos hippies, de "faça amor, não faça guerra", mas eu não caí. tava ocupado demais escutando músicas pop dos anos 70 (provavelmente eram de bandas britânicas com um nome começado por "the " e terminado por um animal) que falava sobre um casalsinho freqüentemente deitado na grama vendo estrelas.
bem, continuando, eu lembrei de como era estar apaixonado e deitado num quarto de hospital ouvindo músicas popes românticas. e era confortável. não havia problemas.
mas é claro que eu só me senti confortável porque eu tenho umas coisas a fazer, e a mais urgente é muito chata, o que portanto me faz ter uma vontade incrível de esquecer essa tarefa mais imediata e ter nada pra fazer. o que implica em paixonite parecer razoável.
em um outro dia em que eu tiver ambições mais razoáveis e perspicazes obviamente l'amour não vai parecer nada razoável. e irá parecer mais uma terrível besteira de novelas brasileiras. paixão basicamente não tem fim, e nem tem objetivo. tudo ótimo eu ficar meio drogado em anfetaminas, mas dispenso. prefiro mais aventuras e mais ambições. mais pensamentos interessantes, sabeis?
mas ainda bem que não preciso me preocupar em não me apaixonar. é claro que conheço gente que tem potencial grande pr'eu me apaixonar, mas eu estou bem deste jeito, mas prefiro não m'apaixonar agora que tenho mais coisas pra fazer do que ficar idiota. e simplesmente não me apaixono.
anexos: você sabe que você deixou de ser um nerd que entrava muito na internet quando você recebe um destes informativos do orkut "Sorte de hoje: Seu destino mudou completamente hoje";
outra mensagem que ainda não entendi todo o potencial filosófico é "Sorte de hoje: Hoje você vai ver um biscoito da sorte que nunca viu antes "
então lá ficava eu pensando na muchacha e ouvindo música enquanto alguem num outro quarto tinha uma hemorragia, ou uma parada cardíaca. as enfermeiras correndo era pra mim como gente correndo no campo pra abraçarem seus amados.
tinha até flores no hospital para parecer que tava todo mundo apaixonado, e que portanto o mundo tinha uma razão de ser, e essa razão era uma pessoa aleatória pra cada um, e então, porque será que as pessoas faziam guerras e etc. eu poderia ter caído num vórtice de pensamentos hippies, de "faça amor, não faça guerra", mas eu não caí. tava ocupado demais escutando músicas pop dos anos 70 (provavelmente eram de bandas britânicas com um nome começado por "the " e terminado por um animal) que falava sobre um casalsinho freqüentemente deitado na grama vendo estrelas.
bem, continuando, eu lembrei de como era estar apaixonado e deitado num quarto de hospital ouvindo músicas popes românticas. e era confortável. não havia problemas.
mas é claro que eu só me senti confortável porque eu tenho umas coisas a fazer, e a mais urgente é muito chata, o que portanto me faz ter uma vontade incrível de esquecer essa tarefa mais imediata e ter nada pra fazer. o que implica em paixonite parecer razoável.
em um outro dia em que eu tiver ambições mais razoáveis e perspicazes obviamente l'amour não vai parecer nada razoável. e irá parecer mais uma terrível besteira de novelas brasileiras. paixão basicamente não tem fim, e nem tem objetivo. tudo ótimo eu ficar meio drogado em anfetaminas, mas dispenso. prefiro mais aventuras e mais ambições. mais pensamentos interessantes, sabeis?
mas ainda bem que não preciso me preocupar em não me apaixonar. é claro que conheço gente que tem potencial grande pr'eu me apaixonar, mas eu estou bem deste jeito, mas prefiro não m'apaixonar agora que tenho mais coisas pra fazer do que ficar idiota. e simplesmente não me apaixono.
anexos: você sabe que você deixou de ser um nerd que entrava muito na internet quando você recebe um destes informativos do orkut "Sorte de hoje: Seu destino mudou completamente hoje";
outra mensagem que ainda não entendi todo o potencial filosófico é "Sorte de hoje: Hoje você vai ver um biscoito da sorte que nunca viu antes "
07 novembro, 2008
Após comprar o livro "manual de sobrevivencia a zumbis" eu fiquei matutando idéias mui perspicazes, e perguntas igualmente lógicas passaram pela minha cabeça; "o que é mais legal? matar zumbis com um Picasso (carro), ou com um lança chamas?", "se minha namorada (apenas hipótese de existência no grupo dos naturais, ou até mesmo dos reais [uma amputada inteligente me serve])estivesse rodeada de zumbis, eu tiraria forças das minhas entranhas e saia correndo para livrar meu amor dos perigos de vida pós-morte, ou sairia correndo pelo caminho de fuga?", "que horas é mais propício para voltar para casa sem enfrentar um grande trânsito?";
fiquei refletindo e cheguei as seguintes conclusões: numa invasão de zumbis os homens inteligentes morrem pois gastaram todos seus pontos no atributo 'inteligência' e pouco em 'força'; homens fortes morrem pois querem provar para outros machos fortes e mulheres com glúteos grandes que ficam mais tempo sem fugir de zumbis que outros; por isso a humnidade seria destruida mui facilmente. cheguei a soluções que me renderiam um nobel da paz, ou no mínimo um 8,7 em física matemática. pensei que então os homens inteligentes deveriam criar máquinas para destruir zumbis para sobreviverem e logicamente-(homens fortes podem morrer pois não aprecio funk, ou baladas, ou professores de educação física.
mas isso traria problemas aos inteligentes. estes teriam de se sustentar sozinhos, mas perderiam tempo demais se perguntando se valeria a pena gastar tempo cultivando comida. mas esse problema é facilmente contornável, comprando no e-bay uma russa que joga tênis. sendo amigo desta, os homens fortes e zumbis machos logo começam a pagar drinques e sanduiches a russa, a você e a todos os amigos da russa, a humanidade sobreviveria portanto; claro, nem tudo é perfeito, tem conseqüencias, as outras mulheres morreriam de inveja [um amigo meu morreu disso, mas ele tinha antecedentes acometidos por essa doença, seu pai era administrador de empresas]); logo surgiu me a idéia magnânima. moedas de um real gigantes. o que poderia causar mais caos e confusão para pessoas do que uma moeda girando perto delas no chão? então deve servir para ex-pessoas( a.k.a zumbis). a memória monetária deve ser forte o suficiente para se manter no instinto humano.
fiquei refletindo e cheguei as seguintes conclusões: numa invasão de zumbis os homens inteligentes morrem pois gastaram todos seus pontos no atributo 'inteligência' e pouco em 'força'; homens fortes morrem pois querem provar para outros machos fortes e mulheres com glúteos grandes que ficam mais tempo sem fugir de zumbis que outros; por isso a humnidade seria destruida mui facilmente. cheguei a soluções que me renderiam um nobel da paz, ou no mínimo um 8,7 em física matemática. pensei que então os homens inteligentes deveriam criar máquinas para destruir zumbis para sobreviverem e logicamente-(homens fortes podem morrer pois não aprecio funk, ou baladas, ou professores de educação física.
mas isso traria problemas aos inteligentes. estes teriam de se sustentar sozinhos, mas perderiam tempo demais se perguntando se valeria a pena gastar tempo cultivando comida. mas esse problema é facilmente contornável, comprando no e-bay uma russa que joga tênis. sendo amigo desta, os homens fortes e zumbis machos logo começam a pagar drinques e sanduiches a russa, a você e a todos os amigos da russa, a humanidade sobreviveria portanto; claro, nem tudo é perfeito, tem conseqüencias, as outras mulheres morreriam de inveja [um amigo meu morreu disso, mas ele tinha antecedentes acometidos por essa doença, seu pai era administrador de empresas]); logo surgiu me a idéia magnânima. moedas de um real gigantes. o que poderia causar mais caos e confusão para pessoas do que uma moeda girando perto delas no chão? então deve servir para ex-pessoas( a.k.a zumbis). a memória monetária deve ser forte o suficiente para se manter no instinto humano.
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